quarta-feira, 21 de julho de 2010

UML e o primeiro dia de aula

Bem... depois de estar encantada com APF (já estava me sentindo íntima), ter comprado o livro e devorado em 2 dias 3 capítulos, me dei conta de que tinha toda uma necessidade de conhecimentos prévios.
Logo na ementa do curso de APF da X25 eu vi que precisaria conhecer RUP e UML então fui novamente atrás de livros.
Por ementas de cursos na própria X25 cheguei a um que por sorte tem disponível na biblioteca virtual da AIEC.
Putz, esqueci de contar que curso outra graduação. Dessa vez de Administração na AIEC, via internet, tudo de bom!!!
Então, comecei a ler um livro e fiquei mais perdida ainda. Fora que me deu um sono danado. Não conseguia 3 páginas sem bocejar. Mas comecei a aprender...
É tudo muito novo, muito diferente de tudo que já li. Muita abstração mas acho que nada é mais difícil do que Reações Orgânicas e seus Mecanismos. E eu venci daquela vez...
Os dias se passaram, estudei quase nada de UML, o que é péssimo pq é abasolutamente necessário mas acho que conseguirei pegar gosto por isso também. Vou tentar pular a parte de história e partir para a parte de conceitos e práticas para ver se me animo.

O bacana é que já consigo explicar o que vou estudar, do que se trata, isso é um graaaaaaaaaaande avanço! Estou realmente empolgada mas preciso de mais disciplina de estudo. Como estou encerrando várias coisas começadas na minha vida, antes de começar o mês espero ter posto tudo nos seus devidos lugares e ter uma rotina rígida de estudo como tive com a tal Reações Orgânicas... Tá, por enquanto isso é a minha referência de coisa difícil!!!!
Daí chegou o grande dia da primeira aula! Não gosto de primeiro dia de aula, aquela coisa de se apresentar, dizer qual seu objetivo, bla bla bla. Mas é inevitável.
Primeiro quero deixar o elogio para a X25. Suuuuuper organizada, sala bem legal, com tamanho ideal, pessoas prestativas, material em dia, várias insturções e promessas cumpridas. Parabéns. Na turma tem 7 alunos no total.
A instrutora é um amor e se mostrou muito boa no assunto. Tem desenvoltura para dar aula e é bastante acessível. E foi maravilhosa a aula. Boa parte do que ela falou o Marcus, um analista de métrica amigo do Rafa, já tinha falado para mim mas é legal ouvir de outras pessoas.
À medida que ela foi falando eu fui me empolgando cada vez mais. Ela introduziu vários conceitos e deu outra visão do trabalho. Isso eu estou achando um pouco estranho. Tem muita ênfase no porque medir e no que fazer com a medição. Estou curiosa para saber o como medir.
Ela foi dizendo das grandes utilidades dos pontos de função mas falou pouco da função do medidor. Acho que isso é uma necessidade minha de conhecer porque não pretendo muito em breve liderar ou negociar. Quero um pouco de sossego, quero me afastar um pouco de lideranças, quero aprender a obedecer, conhecer outros tipo de líderes, ter um pouco menos de responsabilidade sobre outras pessoas e o trabalho de outras pessoas.
A única coisa que ela falou foi com relação a escrever. Falou que não é apenas contar mas saber justificar a contagem. Acho que nisso o blog vai me ajudar um pouco pois não sou muito de escrever, gosto de ser objetiva, ir direto ao ponto.
Tive acesso ao CPM, a minha mais nova Constituição e leitura de cabeceira. Vou ver se consigo imprimir uma cópia para poder carregar comigo, rs.
E como nem tudo são flores, já tenho o que estudar. Portanto, fico por aqui correndo para o livro.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Primeiro Passo

Depois da rápida explicação que o Rafa me deu sobre Análise de Ponto de Função fui querer saber mais. Fiquei tão empolgada, nossa, dava gosto de ver.
Então, corri pro tio Google e comecei a ler a respeito. Acho que para uma primeira visão do que se trata a wikipedia é praticamente o Aurélio da minha infância.
Gostei ainda mais do que li. E assim, foi no sábado à noite e no domingo também. Todo tempo que tinha disponível, corria para os sites de busca  ia ler. Comecei a devorar as informações.
Estava super feliz de ter achado um rumo, um caminho para uma nova caminhada. Cheguei então a dois pontos bem legais que estão sendo o meu norte. (Será que finalmente encontrei um????)
O livro (eba!!! em protuguês) ANÁLISE DE PONTOS DE FUNÇÃO: MEDIÇÃO, ESTIMATIVAS E GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE SOFTWARE que só pela resenha já me chamou a atenção.
Uma coisa que sempre ouvia do bacana de estudar TI era que todo o conteúdo pode ser encontrado na web. Esse livro eu não encontrei. Fico contente pelos autores por isso. Não sou a favor da pirataria não, mas seria legal se as editoras tivessem um site, mesmo que a gente pagasse para ler, onde pudéssemos acessar. Tá, isso desvirtuou, "foco, Fabíola, foco!". Fio mal, foi só um parênteses... Li a resenha do livro e como o valor bastante acessível, comprei. E ainda na segunda-feira, já estava no capítulo 2.
Tudo no livro me atraiu. Não teve nada, nesses 2 capítulos, que tivesse me dado sono ou alguma dúvida. Fui fixando mais e mais a minha ideia de aprender APF.
É tudo muito novo, as nomenclaturas, as siglas (e puxa! como tem siglas. Mais que na química!!!), a linguagem, a forma de escrever, tudo! E olha que ainda não sei quase nada.
O segundo ponto que vi nessa minha pesquisa no google foi um curso na X25 que para minha sorte começa dia 20/07 e tinha vaga. E com a vantagem de poder dividir em suaaaaaaaaaaaaaaves prestações. Mas a grande surpresa veio no material didático que é exatamente o livro que citei acima. Fiquei toda orgulhosa, me sentindo no caminho certo.
Foi então que vi a primeira barreira. Tudo lindo, tudo interessante mas o que é RUP, UML, CPM, IFPUG???? Qual o meu conhecimento prévio??? Nenhum!
Então, mais uma vez conversando com meu sempre e paciente consultor, decidimos que eu deveria estudar UML mas aí, já é outro post.
Até mais.

Da Química à TI

Olá, sou Fabíola e essse blog é para registrar e compartilhar a minha caminhada para área de TI.
Antes de chegar até aqui formei em Química na UnB mas depois de formada não quis mais exercer.
Trabalhei por 4 anos com eventos, casamentos e 15 anos especificamente e até fiz sucesso na área. Mas a exigência foi ficando cada vez maior, a concorrência conseguindo preços bem mais acessíveis para clientes e eu fui desanimando por não ver meu trabalho respeitado. Não no sentido do reconhecimento mas no respeito profissional mesmo. Trabalhei com o Cerimonial. Embora seja uma peça chave em eventos de grande porte por ser o responsável por tudo dar certo, é o menos valorizado pois não aparece. Sempre digo que o melhor é o invisível. Então, as pessoas acabam confundindo discrição com ausência. E outros detalhes que não vem ao caso.
Assim, fui em busca de outro empreendimento, uma vontade antiga mas não funcionou pois montamos tudo e o profissional chave nesse caso não teve o mesmo compromisso com o que havia sido construído. Vendemos.
Então, de repente, aos 30 anos me vi formada em algo que não queria trabalhar e querendo algo novo em que me envolver.
Foi quando meu marido sugeriu que eu estudasse Ponto de Função. Em linhas gerais ele me explicou do que se trata e achei que seria interessante. Poderia aliar coisas que gosto como a matemática com a paixão que tenho por tecnologia. Sem contar o fator desafio que foi o grande propulsor de tudo isso.
Então, eis-me aqui! Em busca dessa nova carreira. Em busca desse desafio.